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Influente, Renan Calheiros foi o “cara” que definiu derrota do Governo no Senado – Assuntos de Goiás | Questão Brasil

Caiado teve a ausência sentida: momento que vários parlamentares deixam claro que estão mudando de posição
Enrolado na Operação Lava Jato e suspeito de muitos ilícitos, o Senador Alagoano mostrou mais uma vez sua força entre os colegas do Senado Federal, mesmo sem fazer parte da comissão que apreciou a reforma trabalhista, o ex-presidente foi ouvido pelos colegas e sua opinião considerada fundamental para que a oposição comemorasse uma pequena vitória na discussão sobre a reforma. Renan Calheiros (PMDB-AL) liderou a derrota do governo no Senado, mesmo sendo líder do PMDB na casa e não fazendo parte da Comissão de Assuntos Sociais. 
Além de criticar abertamente a reforma trabalhista, ele convenceu em conversas de pé de orelha parlamentares a votarem contra a proposta na CAS (Comissão de Assuntos Sociais). Senadores que eram favoráveis ao projeto acabaram convencidos por Renan a derrotar a reforma na CAS. 
O curioso da sessão é que Renan Calheiros se sentou ao lado de Romero Jucá, líder do Governo e defensor da reforma.Numa votação apertada, Hélio José que acabou sendo convencido por Calheiros, deu o voto fundamental que selou a derrota do governo por 10 votos a nove.

"A situação é de vaca não reconhecer bezerro no curral pequeno", dizia logo depois da votação o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), relator da reforma trabalhista, ao comentar o fato de Calheiros, que é líder do PMDB, partido de Michel Temer, ser um dos articuladores da derrota do presidente. "Não tem cabimento um negócio desses." 
Ferraço defende a saída do PSDB do governo mas o apoio às reformas, "fundamentais para o país".Outra ausência notada na votação da CAS: a do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO). Em tese, ele é a favor da reforma trabalhista.

Sindicato Americano pede a Donald Trump exclusão da JBS-Friboi do país

Em carta endereçada ao presidente Donald Trump, o maior sindicato de carne bovina dos Estados Unidos pediu que o departamento de justiça americano rejeite qualquer tipo de acordo de leniência proposto pela JBS, controlada pela J&F, e expulse a empresa do país.
 

Em 11 páginas, o R-CALF United Stockgrowers of America descreve as ações ilícitas envolvendo a empresa dos irmãos Batista e ainda pede que o governo investigue profundamente as atividades da JBS nos Estados Unidos.

Acusando a companhia de ter construído um monopólio e império da carne através de meios ilegais, a carta também pede que todo bem da companhia baseado nos EUA seja "imediatamente alienado". 

O documento, assinado pelo presidente do sindicato, Bill Bullard, sugere que a apuração cheque as relações da empresa com membros do congresso, funcionários e oficiais do departamento de justiça, do departamento de agricultura, do CFTC (Commodity Futures Trading Comission) e de outras agências federais.

O documento foi disparado em meio a notícias de que a companhia também se prepara para responder a eventuais crimes nos Estados Unidos, após ter fechado acordo com o Ministério Público Federal.

Em maio, a J&F grupo no país norte-americano. 

O Baker é o maior escritório de advocacia dos EUA, onde a companhia é dona de 91 unidades em operação. Cerca de 47% de seu faturamento é gerado lá. 

João Doria promete fazer curso de reciclagem para recuperar a habilitação – É da Minha Conta

Conforme a Folha de S.Paulo revelou, a suspensão do direito de dirigir vigorou entre 13 de janeiro e 12 de março e se deu porque o prefeito acumulou mais de 20 pontos na carteira após uma série de infrações, a maioria delas por excesso de velocidade.
 

Durante a campanha, o tucano criticou duramente o que chama de "indústria da multa" e cumpriu a promessa de aumentar os limites das marginais Tietê e Pinheiros se eleito. 

Hoje, mesmo com o prazo de punição vencido, Doria continua impedido de dirigir, já que ainda não participou do curso de reciclagem obrigatório de 30 horas para recuperar a sua habilitação. 

Sindicato Americano pede a Donald Trump exclusão da JBS-Friboi do país

Em carta endereçada ao presidente Donald Trump, o maior sindicato de carne bovina dos Estados Unidos pediu que o departamento de justiça americano rejeite qualquer tipo de acordo de leniência proposto pela JBS, controlada pela J&F, e expulse a empresa do país.
 

Em 11 páginas, o R-CALF United Stockgrowers of America descreve as ações ilícitas envolvendo a empresa dos irmãos Batista e ainda pede que o governo investigue profundamente as atividades da JBS nos Estados Unidos.

Acusando a companhia de ter construído um monopólio e império da carne através de meios ilegais, a carta também pede que todo bem da companhia baseado nos EUA seja "imediatamente alienado". 

O documento, assinado pelo presidente do sindicato, Bill Bullard, sugere que a apuração cheque as relações da empresa com membros do congresso, funcionários e oficiais do departamento de justiça, do departamento de agricultura, do CFTC (Commodity Futures Trading Comission) e de outras agências federais.

O documento foi disparado em meio a notícias de que a companhia também se prepara para responder a eventuais crimes nos Estados Unidos, após ter fechado acordo com o Ministério Público Federal.

Em maio, a J&F grupo no país norte-americano. 

O Baker é o maior escritório de advocacia dos EUA, onde a companhia é dona de 91 unidades em operação. Cerca de 47% de seu faturamento é gerado lá. 

Procuradoria-Geral da República pede investigação sobre Marconi Perillo do PSDB – Eu Digo Sempre



O vice-procurador-geral da República, José Bonifácio Andrada, pediu, na última sexta-feira (9/6) ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) a abertura de inquérito para investigar o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB-GO). 

A solicitação é embasada pelas delações dos executivos da Odebrecht Fernando Cunha Reis, Alexandre Barradas, João Pacífico e Ricardo Roth Ferraz. O STJ tem mantido sigilo sobre os pedidos de inquérito com base em delações da construtora. 


O tucano pediu, em almoço com executivos da Odebrecht, contribuição de R$ 50 milhões da empreiteira para a campanha de reeleição, em 2014, segundo delatores. Executivos da construtora relatam que, à mesa, Perillo teria ressaltado as obras da empresa no Estado que governa e afirmou que gostaria de uma contribuição “do tamanho da Odebrecht” na região, de R$ 50 milhões de reais.

A empreiteira acabou pagando caixa dois de R$ 8 milhões à campanha de Perillo, de acordo com os depoimentos. Em 2010, o tucano já havia recebido R$ 2 milhões de caixa dois à primeira campanha, ainda segundo os executivos.

Depoimentos
O ex-presidente da Odebrecht Ambiental Fernando Reis relata ter sido apresentado, em 2010, a Perillo, durante um jantar na casa do então senador Demóstenes Torres (DEM/GO) – antes do encontro, afirmam os delatores da Odebrecht, Demóstenes já havia acertado o financiamento de R$ 6 milhões operacionalizados via caixa dois para a campanha ao Senado, onde ele ocupou cadeira entre 2003 e 2012, quando foi cassado por quebra de decoro parlamentar. 

Tanto Demóstenes quanto Perillo prometiam à empreiteira engajamento para projetos de privatização do saneamento do entorno goiano de Brasília. O executivo afirmou que, com a deflagração da Operação Monte Carlo – que investigava as relações de políticos com o contraventor Carlinhos Cachoeira e a Delta Engenharia -, os projetos prometidos à Odebrecht foram paralisados. 

Para a campanha de 2014, mais uma vez, executivos da Odebrecht dizem ter sido procurados pelo governador tucano. A secretária do chefe do Executivo goiano teria ligado para a secretária de Marcelo Odebrecht para marcar um almoço, que acabou sendo agendado para março daquele ano, no escritório da construtora. 

“A intenção do governador ao marcar o almoço foi justamente ressaltar a forte presença das empresas do Grupo no Estado de Goiás, reforçar seu apoio aos investimentos do Grupo e, consequentemente, requerer o que ele chamou de ‘uma contribuição de campanha equivalente a nossa presença’ e que no segundo mandato daria continuidade aos investimentos, gerando mais obras no setor de infraestrutura”, afirma Reis. 

Quando Marcelo Odebrecht se ausentou da mesa, após o almoço, o executivo relata ter acompanhado Perillo até o elevador. Nesse momento, afirma Reis, o governador teria pedido a “contribuição de R$ 50 milhões”. “Eu disse para ele que essa contribuição é absolutamente… não existe nesse sentido”

A empreiteira então teria se comprometido a doar R$ 8 milhões, via caixa dois, para a campanha do tucano à reeleição. O contato entre o governador e os empresários teria se dado entre Alexandre Barradas e João Pacífico, da Odebrecht, e o interlocutor do ex-governador Jayme Rincon. 

O departamento de propinas então operacionalizou os pagamentos para o governador, dessa vez sobre o codinome ‘Master’, afirmam os delatores.

Barradas, que manteve contato com Jayme Rincon, hoje presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras (AGETOP), relata que o representante de Perillo “ainda reclamou que a empreiteira teria definido o repasse de R$ 8 milhões, e não o valor de R$ 50 milhões pedido pelo tucano”.

“Fui, sentei com o Jayme, comuniquei o valor. Ele respondeu: ‘poxa, eu pensava que era mais substancial…’. Respondi: ‘O que eu tenho de determinação e liberação é esse valor, que já é muito, cara'”

Os diretores responsáveis pela execução dos pagamentos a Marconi Perillo apresentaram valores divergentes dos que foram informados pelo presidente da Odebrecht Ambiental. Ricardo Roth Ferraz e João Pacífico alegam ter encontrado, no sistema do departamento de propinas da Odebrecht, repasses de R$ 500 mil reais, em 2010, e de R$ 2,75 milhões em 2014.

Defesa
Em nota, o criminalista Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que defende o governador, afirmou:

“A abertura de um inquérito baseado tão somente nas palavras de um delator nos causa perplexidade.
A palavra do delator, como bem disse o Supremo Tribunal Federal (STF), não faz prova alguma. Pelo menos antes da abertura do inquérito, o que já é um gravame para qualquer homem público ou cidadão, seria necessário ouvir a pessoa indicada e abrir uma sindicância anterior.

O governador Marconi Perillo não tem nenhuma preocupação com o que foi dito pelos delatores e espera o conhecimento pleno do que consta na delação poder se manifestar. Conforme já demonstrado pela defesa e pela imprensa, há uma série de incongruências e incoerências nos depoimentos dos ex-executivos da Odebrecht.

A defesa aguarda que o mais breve possível seja dado o acesso à plenitude dessas delações para se pronunciar.

João Doria promete fazer curso de reciclagem para recuperar a habilitação – É da Minha Conta

Conforme a Folha de S.Paulo revelou, a suspensão do direito de dirigir vigorou entre 13 de janeiro e 12 de março e se deu porque o prefeito acumulou mais de 20 pontos na carteira após uma série de infrações, a maioria delas por excesso de velocidade.
 

Durante a campanha, o tucano criticou duramente o que chama de "indústria da multa" e cumpriu a promessa de aumentar os limites das marginais Tietê e Pinheiros se eleito. 

Hoje, mesmo com o prazo de punição vencido, Doria continua impedido de dirigir, já que ainda não participou do curso de reciclagem obrigatório de 30 horas para recuperar a sua habilitação. 

Arquivo do blog

Questão Brasil nº 87 | 24 de Maio de 2016

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